O hábito de conversar com os pets como se eles fossem pessoas é algo cada vez mais comum em muitas casas na Argentina. Os tutores costumam usar desde frases completas até apelidos, passando por um tratamentos especiais para os seus mascotes.
E não pense você que seja algo estranho, até porque essa atitude está se tornando cada vez mais frequente do que se possa imaginar, o que vem despertando a curiosidade em muita gente. Entenda abaixo mais sobre essa hábito.
De acordo com os especialistas, a empatia é que explica esse hábito, assim como o apego e a necessidade de estabelecer uma conexão de cunho emocional. A humanização dos pets indica que essas pessoas têm um elevado nível de se colocar no lugar do outro e de firmar grandes laços em termos de emoção.
O que pode significar conversar com um animal como se fosse uma pessoa
- Assim como acontece com pessoas próximas ou da família, se estabelece uma relação emocional profunda
- Necessidade de ter uma companhia e de conversar com alguém, principalmente em momentos de solidão.
- Elevado grau de empatia, uma vez que a pessoa estabelece emoções e intenções ao bicho.
- Uma sensação de pertencimento, uma vez que o pet passa a fazer parte da família.
Na opinião dos especialistas, ter esse hábito não é nada negativo e está longe disso. Aliás pode ter desencadear benefícios emocionais, que vão desde a redução do quadro de estresse até a melhoria do bem-estar.
Não custa lembrar que os pets respondem ao tom de voz do/dos seu/seus tutor/tutores e à atenção que ele/eles lhe/lhes dão, o que só reforça o vínculo ente eles. Além disso, na sociedade atual, os pets ocupam uma posição cada vez maior de destaque e, por isso, conversar com eles como se fossem pessoas acaba sendo uma forma moderna de se mostrar afeto.
Por exemplo, na Argentina, tanto os cães como os gatos estão presentes no dia a dia e esse hábito dos tutores indica um mais um grau de sensibilidade maior e conexão do que simplesmente uma excentricidade.